Hoje em dia, temos uma grande
variedade de jogos de tabuleiro, uma época da qual as famílias jogavam juntas, os
amigos se reunião para jogar e se divertir, algo totalmente diferente dos
tempos de hoje, aonde crianças e adolescente pensam somente na bagunça e em
atos não prudentes.
A um bom tempo atrás, conheci
um jogo do qual na época era febre, todos se divertiam muito com esse jogo de
tabuleiro do qual foi lançado pela Estrela, estou falando de Hero Quest. Estávamos
na era dos jogos de RPG, uma coisa da qual hoje em dia está morrendo cada dia
mais, no entanto, ao meu ponto de vista, o RPG continuara eterno, pois, ele usa
de grande imaginação sem contar que era um jogo muito divertido do qual te
distraia e te faz interagir melhor com as pessoas, esse jogo tem esse poder.
Hero Quest foi um desses jogos, ele foi um jogo de tabuleiro com elementos do
RPG, criado pela multinacional Hasbro internacional, e distribuído no Brasil
pela Estrela em 1994.
O jogo contava inicialmente com
4 classes do RPG, o Mago (que podia lançar 3 tipos diferentes de magia, mas era
relativamente fraco em combate), o Elfo (que só podia lançar um tipo de magia,
mas era melhor em combates do que o Mago), o Bárbaro (o mais forte e vigoroso
de todos os heróis, sendo o mais resistente em combates, e o mais habilidoso
com armas), e o Anão (que apesar do tamanho, desarmava armadilhas com grande
facilidade). O quinto jogador controlava Zargon, o inimigo supremo, que
comandava vários monstros e assombrações distintas. Mais tarde a revista Dragão
Brasil criou quatro novos heróis, a Fada (uma espécie de versão feminina do
Mago), uma Amazona (uma espécie de versão feminina do elfo), o Minotauro (um
héroi com perfil comparável ao do Bárbaro) e o Centauro (que era quase tão bom
em combates quanto o Anão). Assim como os outros jogos de RPG, Hero Quest possuía
um Metre de jogo, chamado de Zarcon.
Após um tempo, a Estrela publicou
algumas aventuras independentes, “Armadilhas em Keelar’s Keep” (situada na
terra natal do Anão) e “O retorno de Witch Lord” (trazendo de volta um dos
maiores vilões da saga original). Ambas as aventuras traziam novidades de
cenários, mais inimigos, e novas cartas de artefatos (objetos mágicos,
encontrados no jogo).
Em adição a isto, as extinta
revista Dragão Brasil da Editora Trama criou várias busca, suplementos a
partes, e várias dicas para os jogadores, além de matérias auxiliares e
complementares e notícias relacionadas.
Um jogo do qual fez sucesso e
das quais muitas pessoas adorariam de relembrar esse grande clássico, sinto
muita falta da época na qual jogava RPG, infelizmente as pessoas crescem e
devem assumir responsabilidades deixando de lado a criança na qual adentro de si,
mas ai está um jogo no qual será lembrado para sempre pelos amantes de RPG, um
jogo completamente inesquecível.




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